As manias de um anjo caído

Por: Lima Sousa – Ilustração : Zeh Ribas

Não vou mentir que anjos e demônios existem em mim. É da natureza humana a dualidade como herança dos genes. 15218356_1233934896673141_1232803792_nTodo homem traz em si um lado bom e um lado mau. Uma parte branca e a outra negra.

Afinal, dessa realidade estou mais certo que duvidoso. Por que haveria de ser diferente comigo? 

Não há nada demais em mim, quanto mais de especial, senão, apesar de toda sorte, ser um agregado impuro da raça humana. 15226395_1233934110006553_902110273_nSorte nada, é destino nosso, dos homens e de todos que se arrastam nas areias do tempo. Para que desejar a sorte incerta, efêmera e sem dono? O fado insípido de toda sina, de cada lida, de toda rotina é matar friamente o grito da vida. Demos o adeus aos anjos, ao céu ingênuo da vida, ao lado simples de tudo e trocamos o bom pelo gosto do fel. Acordaram-se os anjos caídos. O anjo mau da ‘calada da noite preta’ anda solto pela cidade.   

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